Mas a tentativa, por diversas vezes bem aproveitada, do inimigo de afastar as pessoas da igreja, felizmente não atingiu nem eu e nem a Sueyla. Pessoalmente surtiu um efeito contrário: percebi que por eu ser humano e estar a mercê de também me confundir e deixar me iludir com o que é oferecido pelo mundo, preciso de mais e demais de Deus.
E esse lamentável acontecimento dentro do nosso grupo, fortalece ainda mais essa necessidade.
Portanto o que era três e hoje é dois continuará ainda mais forte e incessante rumando o único objetivo. Objetivo que a cada dia vem tomando mais sentido, tornando-se mais claro.
Um exemplo são as (referenciadas por nós) mais freqüentes e necessárias introduções quando louvamos. Percebemos que balbuciar algumas palavras e lançar um pensamento cristão antes de iniciarmos um louvor, quebra o gelo do que é mais "mecânico" do ato de louvar.
É tão estranho irmos a frente, cumprimentarmos os irmãos e simplesmente começarmos a louvar. As introduções nos colocam nos eixos da verdadeira adoração.
Sei que isso só será necessário até chegarmos a certo nível de intimidade com Deus, e anseio que um dia essa necessidade seja tão pequena como o isolado e técnico fato de cantar afinado, que após algum tempo, se torna natural e tão óbvio em caso de desafino.
Desse mesmo modo espero que um dia eu consiga marcar melhor a já visível linha que hoje separa a minha vida espiritual da carnal.
E seguindo o atual pensamento, adorarei ao Senhor mesmo sozinho e sem voz. Não é o desejo do meu coração, mas é a certeza de minha alma.